Energia
A velocidade das juntas, normalizada pelo tamanho do seu corpo e descontada da tremida da câmera. Perto ou longe do celular, a pontuação é a mesma.
Aponte a câmera pra você e se mexa. O Aura Ego lê onze juntas do seu corpo em tempo real e transforma movimento em luz: esqueleto de neon, rastro nas mãos e um multiplicador que só sobe se você variar. Repetir o mesmo gesto é aura de NPC.
Nada de contar passos. O jogo mede a velocidade das suas juntas, o tamanho do seu repertório e há quanto tempo você não para. O cálculo roda no celular, quadro a quadro.
A velocidade das juntas, normalizada pelo tamanho do seu corpo e descontada da tremida da câmera. Perto ou longe do celular, a pontuação é a mesma.
Quantos movimentos diferentes você fez nos últimos cinco segundos, medidos por junta e direção. Repertório grande, multiplicador até ×4.
Cada segundo em movimento engorda o bônus, até um extra inteiro depois de 25 segundos. Parou, a sequência morre e recomeça.
pontos por segundo = energia × multiplicador × 100
A partida tem clímax. Os dois acontecem sozinhos, quando você merece — e a tela inteira muda de cor pra avisar.

Nos últimos dez segundos do relógio tudo vale três vezes mais. É a hora de gastar o que sobrou de fôlego: dá pra virar uma partida inteira aqui.

Segure o multiplicador acima de 3,4 por três segundos e o jogo dobra tudo por oito segundos, com borda dourada, riser e explosão de partículas. Depois esfria por vinte.
Explosão curta, com bônus de 1,5× em tudo. O modo pra gravar e postar.
A partida padrão, tempo suficiente pra construir o multiplicador e ainda pegar o sprint.
Sem relógio: acaba quando você decide, ou quando fica vinte segundos sem ninguém no quadro.
Prints do app rodando de verdade — o boneco é sintético porque print de loja com rosto de gente exige direito de imagem; o resto é o jogo.






O jogo tem trilha própria, mas a festa é sua. Ligue música de fora e o app ouve pelo microfone o que estiver tocando — Spotify, YouTube Music, Amazon Music ou a caixa da sala — acha a batida e faz o esqueleto, o halo e as partículas pulsarem no ritmo.

Aura sozinho é treino. O jogo fica bom quando tem plateia.

Todo mundo no quadro, cada pessoa com sua cor, seu esqueleto e seu placar. No fim sai o pódio da rodada e o ranking da noite.

Uma sala com código, cada um no seu aparelho, contagem sincronizada e a diferença de pontos aparecendo ao vivo na tela dos dois.

Deite o celular e o jogo se estica pro formato da TV, sem cortar ninguém. De lá dá pra jogar a imagem na tela grande de dois jeitos: espelhando pelo próprio Android, com atraso de dois a quatro décimos de segundo, ou transmitindo por vídeo pro Chromecast e Google TV, que é mais estável e chega uns segundos depois.
De NPC a Aura Infinita, passando por Sigma do Bairro e Gigachad Municipal. Cada nível é XP acumulado, não sorte.
Conquistas avaliadas no fim da sessão, três delas secretas. Nenhuma pede compra, todas pedem movimento.
Farme todo dia pra manter a chama acesa e ganhar bônus de XP. Faltou um dia, uma cochilada salva a sequência.
A leitura do corpo acontece dentro do aparelho, em tempo real. Nenhuma imagem e nenhum vídeo é gravado ou enviado pra lugar nenhum — o app funciona em modo avião. Não tem anúncio e não tem compra dentro do app.
Existe uma conta opcional, só pra quem quiser ranking online e duelo com outra pessoa: aí sobem apenas apelido e pontuação. Sem conta, o jogo é inteiro e local.
O app está em teste fechado na Play Store. Enquanto o convite não chega, o APK assinado está aqui — é o mesmo arquivo que vai pra loja.
O Android vai pedir permissão pra instalar app de fora da loja: é normal em teste, e o arquivo é assinado com a mesma chave da versão publicada.